11 de setembro de 2014

Minha vez de brilhar

Indie quer muito que sua irmã Bibi volte a gostar dela como antes e quer encontrar sua lagosta de estimação, a Monty Cola. Para conseguir o que quer ela faz um pedido para uma estrela cadente, e com a ajuda do seu novo amigo Owen ela começa uma grande aventura.

Para melhorar a relação com sua irmã, Indie começa a agir de um modo muito diferente do que ela é, até que chega o momento em que Bibi e sua turma começam a implicar com Owen. Por ser nerd, a turma de Bibi não o considera uma pessoa normal, e vive implicando com ela, então Indie não pode deixar que descubram que ele é seu amigo.

Minha vez de brilhar é uma história bem bacana, simples, e o livro faz parte do selo #irado da Novo Conceito. É um livro infanto-juvenil, que traz uma lição muito bonita, de que para nos tornarmos pessoas melhores não é preciso lutar para se encaixar em alguma turma especifica, devemos sim viver do nosso jeito, sem mudar o que somos para agradar alguém. Viver ao lado de pessoas que nos entende e que respeita o nosso jeito, independente de qual seja ele, é o que nos faz sentir bem.

Assim começa os capítulos do livro. 

Um trecho do livro que eu adorei. Páginas 123-124

- Não acredite no que dizem. Sobre fazer pedidos a estrelas cadentes, Indie – diz Owen.
- O que você está querendo dizer? – pergunto, encontrando a constelação de Peixes no céu.
- Quero dizer que, se a vida está péssima, não espere que fique ótima só porque você fez um pedido a uma estrela cadente. Não passa de um meteoro entrando na atmosfera terrestre. Ele queima ao tocar a atmosfera, o que cria aquele rastro. Não há nada de mágico nisso. É ciência.
- OK, obrigada, Senhor Spock – digo, pensando no filme favorito de papi.
- Só estou dizendo que superstições como esta podem fazer pessoas se sentirem melhor no curto prazo, mas não têm fundamento verdadeiro na realidade.
- Talvez – digo – Mas, quando você não tem nada a perder, que mal faz pedir algo a umas estrelas cadentes?

6 de setembro de 2014

Se eu ficar, Gayle Forman

Mia é uma jovem violoncelista, que tem sua vida transformada em uma manhã de fevereiro. Ela tem uma família incrível onde a música está no sangue, e tem um namorado rockeiro, o Adam.

Como a maioria dos jovens que tem 17 anos ela tem seus medos, anseios, e às vezes sente que não pertence ao mundo em que vive. O livro é basicamente isso, retrata sobre a morte, sobre escolhas que devemos fazer na vida, e é dividido entre o presente e os flashbacks. 

Tem uma escrita muito boa, mas só consegui gostar mesmo das primeiras cenas, depois do “acidente” tudo ficou chato.  

Achei tudo muito clichê, muito parado e quando eu menos espero o livro terminou e eu fiquei com cara de idiota: foi só isso?

Não digo que perdi meu tempo lendo porque vou estar mentindo, a leitura foi tranquila, mas só. O filme foi lançado essa semana, então pode ser que o filme me agrade mais do que o livro.


Esse livro vai ter continuação, que é o Para onde ela foi que vai ser contado do ponto de vista do Adam, o namorado da Mia, então vamos esperar ver se a coisa toma um rumo melhor.